Com a participação do Prefeito Tulio Lemos, 1ª Dama Andréa Lemos, juntamente com o presidente da Câmara Jairton Medeiros, participaram na manhã desta sexta da 61° Corrida do Fogo Simbólico da Pátria, na cidade de Rio Tinto – PB.
Símbolo da Semana da Pátria em Macau, o Fogo Simbólico completa neste ano, 61 anos de tradição e promoção dos ideais cívicos-religiosos do movimento escoteiro.
O evento iniciou-se com a celebração de uma missa na noite desta quinta na igreja matriz local que foi rezada pelo pároco de Macau, Padre João Batista, e na manhã desta sexta foi realizada uma cerimônia de abertura da corrida que em seguida partiu pelas ruas da cidade, e percorrerá por diversas cidades até chegar em Macau no domingo (2).
Disse o Prefeito Túlio Lemos ao fazer uso do microfone: “É o segundo ano que participo do Fogo Simbólico e pra mim é uma honra poder contribuir para a continuidade desta tradição e desse movimento que é o escotismo, e que forma cada vez mais cidadãos Macauenses para a vida. É um movimento importante e que merece todo o nosso respeito e apoio.”
O movimento de escoteiros de Macau, agradece a presença do Prefeito Túlio Lemos e da 1ª Dama Andréa Lemos e o presidente da câmara Pintinho.
Na noite desta sexta-feira, (31/08), por volta das 22h, um duplo homicídio aconteceu na cidade de Santana do Matos, no bairro Santa Rosa (próximo a Chesf), na saída da RN que liga Santana do Matos a Jucurutu.
Segundo as informações, são que foram efetuados vários disparos contra um casal que estavam em uma moto, cápsulas ficaram espalhadas pelo chão.
Uma equipe medica foi ao local mas infelizmente o casal já estava sem vida. O jovem foi identificado por Alexsandro, mais conhecido na cidade por “Pardal”, o mesmo pilotava a motocicleta, já a mulher é conhecida por Suzana. A PM esteve no local, realizou os procedimentos, já a equipe do ITEP regional de Caicó removeu os corpos para sede do órgão.
O #FATO e o #FAKE na entrevista de Marina Silva
O G1 listou o que foi #FATO e o que foi #FAKE na entrevista da presidenciável Marina Silva do partido Rede, concedida ontem ao Jornal Nacional.
Acompanhe:
“60% da direção da Rede foi favorável ao impeachment e dois deputados tiveram uma posição contrária” – #FATO
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“Desde 2010 que eu defendo, 2010 quando ninguém debatia isso, que a gente tinha que transitar para um regime de capitalização e contribuições” – #FATO
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“O Itamar Franco, quando assumiu, não tinha uma base e conseguiu juntar diferentes partidos para conseguir governar” – #NãoébemAssim
O então vice-presidente Itamar Franco contou, ainda em meados de 1992, com a formação de um grupo suprapartidário no Senado para oferecer a ele a estrutura política necessária para o caso de impeachment de Fernando Collor de Mello. Ou seja, conseguiu costurar uma base antes mesmo de assumir.
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“A Universidade Federal de Minas Gerais fez um estudo de que 80% das atividades domésticas são feitas por mulheres” – #FATO
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“Sou a única candidata que diz que apoia a Lava Jato” – #FAKE
O candidato à Presidência Alvaro Dias (Podemos), não só se apresenta como defensor da Lava Jato como tem repetido durante a atual campanha que convidará o juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Criminal de Curitiba, para ser o ministro da Justiça de seu governo, caso vença a eleição.
Geraldo Alckmin (PSDB) também afirma apoiar a investigação liderada pela força-tarefa do Ministério Público Federal e pela Polícia Federal de Curitiba. Como Ciro Gomes (PDT) que disse apoiar a Lava Jato considerando uma virada de página na crônica de impunidade que sempre marcou a corrupção dos grandes no Brasil.
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“Eu fui a única candidata até agora a ir até a Transparência Internacional. E eles produziram mais de 70 propostas para combate à corrupção, um trabalho denso e eu me comprometi” – #FAKE
No dia 29 de agosto, o candidato do PSOL à Presidência, Guilherme Boulos, esteve na entidade, em reposta a um convite enviado a todos os candidatos à Presidência da República.
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“Eu, quando entrei no Ministério do Meio Ambiente, tinha mais de 40 hidrelétricas que não tinham licenças, aquilo que foi competência do Ibama, nós limpamos a pauta e o que não dava para fazer nós dissemos claramente aos empreendedores: ‘Não dá para fazer, como foi o caso da Tijuco Alto’” – #FATO
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“A (licença) da(s) hidrelétrica(s) de Santo Antônio e Jirau foi dada durante a minha gestão, um dos licenciamentos mais difíceis” – #FATO
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“No Rio Grande do Sul, nós estamos coligados com um jovem que foi prefeito de Pelotas e esse jovem, sobre ele não pesa absolutamente nada” – #FAKE
Ela se referiu ao ex-prefeito de Pelotas Eduardo Leite, de 33 anos, candidato do PSDB ao governo do Rio Grande do Sul, réu na Justiça estado em pelo menos duas ações de improbidade administrativa (irregularidade – e não um crime – cometido por um agente que tenha o controle de recursos ou bens públicos). Os processos tramitam na 4ª Vara Cível Especializada em Fazenda Pública da comarca de Pelotas.
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“Continuo coerente, porque o Eduardo Jorge, nós nunca tivemos divergências, a minha saída do PV tinha a ver com a visão de processo em relação ao que eu queria muito que o PV se tornasse um partido em rede, mas a cultura política da direção do PV entendeu que não” – #NãoébemAssim
Marina saiu do PV em 2011 após discordâncias com a direção do partido. Mas ela também tem, sim, divergências conhecidas com seu candidato a vice Eduardo Jorge (PV) em ao menos dois pontos que fazem parte do debate nacional pelo menos desde as duas últimas eleições para Presidência, apesar de ambos garantirem que essas discordâncias estão harmonizadas.
Os números são estarrecedores. A cada 45 minutos um brasileiro morre vítima do suicídio. Em todo o mundo, ele mata mais que as guerras. Para reverter este quadro, foi criado o movimento mundial Setembro Amarelo, que é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio.
Iniciado no Brasil pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), o Setembro Amarelo realizou as primeiras atividades em 2015. Mundialmente, a Associação Internacional para Prevenção do Suicídio estimula a divulgação da causa, sendo 10 de setembro o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio.
Criminosos trocaram tiros com a Polícia Militar depois de invadirem a agência dos Correios em Caraúbas, município da região Oeste potiguar. O crime aconteceu na madrugada deste sábado (1º), por volta de 1h.
Um dos suspeitos foi baleado e morreu no hospital. Os outros integrantes do bando conseguiram fugir da cena do crime, mas um foi preso durante a manhã, em Assu.
De acordo com a PM, a população de Caraúbas percebeu a movimentação na agência durante a madrugada e acionou a polícia.
A equipe de plantão na cidade foi até o local, constatou o arrombamento e pediu reforço ao Grupo Tático Operacional.
Com a chegada do reforço, os militares entraram na agência e se depararam com três criminosos, que, segundo a PM, começaram a atirar contra os policiais. Houve troca de tiros e um deles, um jovem de 18 anos, foi baleado.
Conforme a polícia, o suspeito foi socorrido ao hospital do município, mas não resistiu aos ferimentos.
Por 6 votos a 1 TSE decide que Lula está fora da disputa pela Presidência da República
Lula foi barrado com base na Lei da Ficha Limpa (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)
Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiram no início da madrugada deste sábado, 1º de setembro, por 6 votos a 1, barrar o registro de candidatura ao Palácio do Planalto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), líder em todas as pesquisas de intenção de voto, com base na Lei da Ficha Limpa.
Com a rejeição de Lula, o colegiado deu prazo de 10 dias para a coligação partidária trocar o cabeça da chapa. O TSE também vetou a presença do petista no horário eleitoral dos candidatos a presidente no rádio e na TV, marcado para começar neste sábado, até que a coligação partidária faça a substituição do candidato a presidente.
Desde que apresentou o registro ao TSE, em 15 de agosto, a coligação de Lula foi alvo de 16 pedidos para barrar o ex-presidente de concorrer com base, de modo geral, na Lei da Ficha Limpa, após Lula ter sido condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) no processo do tríplex do Guarujá (SP).
A maioria dos ministros entendeu que a condenação imposta pelo TRF-4, pela qual o petista está preso desde abril, tornou-o ficha-suja.
A corte também entendeu que não tem a obrigação legal de seguir a recomendação do Comitê de Direitos Humanos da ONU, de 17 de agosto, que garantiria direitos políticos de Lula de participar da disputa. Isto porque o governo brasileiro não confirmou o pacto de Direitos Humanos da entidade, medida que reconheceria a força interna da recomendação.
Mesmo antes do julgamento, a defesa do ex-presidente já dizia que iria recorrer da decisão em caso de derrota. O defensor de Lula no TSE, Luiz Fernando Casagrande Pereira, anunciou que poderá recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou ao Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir a permanência do petista no pleito.
Em nota, a Comissão Executiva Nacional do PT afirmou que o partido “continuará lutando por todos os meios para garantir sua candidatura nas eleições de 7 de outubro”.
“Vamos apresentar todos os recursos aos tribunais para que sejam reconhecidos os direitos políticos de Lula, previstos na lei e nos tratados internacionais ratificados pelo Brasil. Vamos defender Lula nas ruas, junto com o povo, porque ele é o candidato da esperança”, diz a nota.
Singeleza
Em seu longo voto, o relator do processo afirmou que a decisão tomada pelo TSE é “muito singela”, uma vez que não há margem para a corte eleitoral fazer qualquer outra apreciação sobre a inelegibilidade diante da condenação do candidato por órgão colegiado.
Barroso rebateu também uma das principais alegações da defesa do ex-presidente, a de que o Judiciário brasileiro teria de seguir a recomendação do Comitê de Direitos Humanos da ONU. Ele citou o fato de o governo não ter confirmado o pacto de Direitos Humanos da entidade, medida que reconheceria a força interna da decisão.
“A Justiça eleitoral não está obrigada a se submeter à orientação do comitê de Direitos Humanos da ONU”, disse.
O relator disse que a matéria sob julgamento do TSE é de direito e destacou que não havia necessidade de abrir mais prazo para apresentação de alegações finais –como havia defendido a defesa do petista. Para Barroso, não há qualquer prejuízo para as partes na realização de um julgamento antecipado por não ter havido a produção de provas.
Barroso defendeu a decisão da corte de julgar o processo antes do início do programa eleitoral gratuito para candidatos a presidente. “Não há qualquer razão para que o Tribunal Superior Eleitoral contribuir para a indefinição e a insegurança política e jurídica no país”, destacou.
O ministro do TSE também defendeu a Lei da Ficha Limpa, que embasa o pedido contra o ex-presidente.
“A Lei da Ficha Limpa não foi um golpe, uma decisão de gabinete, foi fruto, na verdade, de uma grande mobilização popular em torno do aumento da moralidade e probidade na política brasileira”, disse.
Barroso fez questão de ressaltar, no entanto, que a corte não estava julgando Lula.
“Não estamos julgando, em nenhum grau, a culpabilidade ou não culpabilidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Não estamos julgando o seu legado político”, disse.
“O presidente não está sendo julgado de novo, o presidente vai ter os seus recursos no processo criminal pelos órgãos competentes da Justiça brasileira, que não são da Justiça Eleitoral e menos ainda do Tribunal Superior Eleitoral”, completou.
Perseguição política
A defesa de Lula protestou quanto ao fato de o julgamento ter sido confirmado pouco antes do início da sessão extraordinária. O advogado de Lula tentou adiar o julgamento com o argumento de que, na véspera, havia apresentado a contestação ao pedido com cerca de 200 páginas e quatro pareceres.
Esse pedido foi rejeitado por 4 votos a 3, a presidente da corte, Rosa Weber chegou a admitir que “pessoalmente” preferia que o julgamento do registro de Lula ocorresse na próxima semana.
Após se dizer surpreso com a apreciação do caso na sexta, o advogado do ex-presidente chegou a insinuar, em entrevista coletiva, que a forma como estava ocorrendo o julgamento “pode passar a impressão de perseguição”.
O ex-presidente alega inocência e diz ser alvo de perseguição política para impedi-lo de disputar novamente a Presidência da República.
Barroso rejeitou o argumento de “perseguição política”. “Não se afigura plausível, com todas as vênias, o argumento de perseguição politica”, disse ele.
Acompanharam o voto do relator os ministros Jorge Mussi, Og Fernandes, Admar Gonzaga, Tarcísio Vieira e a presidente do TSE, Rosa Weber.
Apenas o ministro Edson Fachin –relator da operação Lava Jato no STF e que já votou para manter Lula preso– se posicionou a favor da liberação da candidatura do ex-presidente.
Fachin entendeu que, mesmo considerando o petista inelegível, o país teria de respeitar a recomendação do órgão da ONU e permitir que Lula continuasse na disputa. (Por Ricardo Brito, da Reuters).