Porém, na reunião que aconteceu nesta (7), na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em Candelária, um Projeto de Lei que já existe desde 2010 foi aprovado e servirá para passar essa responsabilidade para o Estado e consequentemente deixar o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) a cargo da regulamentação.
O maior problema das ‘cinquentinhas’ é que elas não são registradas e por isso não possuem placas. Assim, vários crimes de trânsito (como andar sem capacete e sem habilitação) acabam ficando sem solução pela complicação de se identificar quem estava no ciclomotor. A partir da aprovação do Projeto de Lei, uma campanha educativa deve ser iniciada e os usuários antigos do ciclomotor terão 12 meses para regulamentar o veículo, pagando uma taxa de R$ 65 mais o seguro obrigatório, que atualmente é de R$ 295.
O maior problema das ‘cinquentinhas’ é que elas não são registradas e por isso não possuem placas. Assim, vários crimes de trânsito (como andar sem capacete e sem habilitação) acabam ficando sem solução pela complicação de se identificar quem estava no ciclomotor. A partir da aprovação do Projeto de Lei, uma campanha educativa deve ser iniciada e os usuários antigos do ciclomotor terão 12 meses para regulamentar o veículo, pagando uma taxa de R$ 65 mais o seguro obrigatório, que atualmente é de R$ 295.
Os donos de ‘cinquentinhas’ não precisarão pagar o IPVA (Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores).Inicialmente, a intenção era de que o prazo para a regulamentação fosse de seis meses, mas o Chefe do Gabinete do Detran, Manoel Ferreira, alegou que seria necessário um prazo maior, já que não existe um número exato de quantos usuários de ciclomotores existem, o que poderia prejudicar o atendimento.

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